Equilibris
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O trabalho da obra, etapa por etapa, com o tempo que ele levou

As atividades andam pelas etapas da obra, e a etapa só avança com as metas cumpridas. As horas são lançadas sobre esse trabalho e voltam como cronograma, relatório e uma estimativa melhor para a próxima obra.

Para onde o tempo vai

Exemplo: a atividade “Verificar flecha da V3” está em revisão, a verificação de requisitos roda, e um gerente aceita. O registro guarda quem aceitou e quando, e a versão da memória de cálculo passa a publicada.

O fluxo da obra

A obra avança por etapa, e a etapa só abre com as metas cumpridas

O escritório escolhe a trilha e o produto cuida do portão: cada etapa tem metas medidas no próprio projeto, e o avanço fica registrado.

Exemplo: numa obra na trilha NBR 13531, o Anteprojeto cumpre as três metas obrigatórias (sem atividades pendentes, pelo menos uma concluída e requisitos verificados) e a desejável (uma planilha). O portão abre, a obra avança para o Projeto Básico, e o avanço fica registrado com autor e o estado das metas.

  • Trilhas prontas, ou a do escritório

    NBR 13531, RIBA e Lei 14.133 já vêm configuradas, com as etapas de cada uma. Quem administra a licença pode montar a trilha própria.

  • A atividade nasce na etapa

    Sem etapa informada, a atividade entra na etapa corrente da obra, e é o trabalho daquela etapa que conta para o portão.

  • Metas, e não marcação manual

    Sem pendências, pelo menos uma atividade concluída, requisitos da etapa verificados e, desejável, uma planilha no projeto.

  • A exceção fica registrada

    Avançar com meta obrigatória em aberto é decisão de gerente, com justificativa, gravada junto do estado das metas naquele momento.

O quadro

Cada atividade com estado, dono e histórico

  1. 01

    Quem aceita é gerente

    No quadro, aceitar, rejeitar e reabrir são decisões de gerente, registradas com autor e hora. Os demais recebem uma recusa clara.

  2. 02

    A revisão confere requisitos

    Ao mandar para revisão, os requisitos aplicáveis são conferidos. Havendo divergência, ela volta com o relatório, e seguir assim exige um gesto explícito.

  3. 03

    O aceite publica a memória

    A versão da memória de cálculo daquele momento passa a publicada. Reabrir a atividade devolve o documento a rascunho.

  4. 04

    Um histórico que só cresce

    Cada criação, transição e verificação vira um registro, e o histórico da atividade mostra tudo em português.

De onde vem o trabalho

A atividade nasce do que o projeto já sabe

Um achado da obra, a planilha que reprovou na varredura da madrugada, o assistente quando não consegue fazer o que foi pedido, ou a divergência que chegou em BCF.

  • Achado da obrao botão na visão geral do projeto
  • Vigia diárioplanilha reprovada vira trabalho às 05:17
  • Assistentequando não consegue fazer, ele encaminha
  • Divergência em BCFa importação traz o alvo junto
Atividade
o trabalho do escritório
  • Quadro, com trilhacada transição fica registrada, com autor e hora
  • Cronogramarealizado contra previsto, em horas
  • Aceite do gerentepublica a versão da memória de cálculo
Marcar o tempo

A hora é lançada por período, sobre a atividade

Cada pessoa tem a própria folha, e a aba Horas do projeto lança direto na obra. Não há cronômetro para esquecer ligado: diz-se quando começou e quando terminou.

Exemplo: na folha de horas, alguém lança 08:00 às 12:00 no projeto Edifício Aurora, vinculado à atividade Verificar flecha da V3, com a descrição do que fez. O lançamento entra, o serviço é sugerido a partir da descrição, e o dia soma 8 horas, fechando a jornada contratada.

  • Período, e não cronômetro

    Dia, projeto, início e fim, com a descrição do que foi feito. A duração é calculada no servidor, e o turno que passa da meia-noite também vale.

  • A hora cai na atividade

    O lançamento pode apontar para uma atividade do mesmo projeto. É esse vínculo que deixa o cronograma comparar o previsto com o realizado.

  • O serviço sai da descrição

    A categoria é sugerida pelo que foi escrito, a partir do catálogo de serviços da licença. Escolher à mão trava a escolha.

  • O dia tem teto, e o resto é aviso

    Passar de 24 h no mesmo dia é recusado, dizendo quanto já foi lançado. Sobreposição e lacuna aparecem como aviso, sem travar.

  • A jornada de cada pessoa

    O saldo do dia é medido contra a jornada contratada. Mudar a jornada vale de hoje em diante, e os dias anteriores ficam como eram.

Para onde o tempo vai

O tempo lançado volta como cronograma, relatório e estimativa

Hora lançada não fica parada numa planilha de ponto. Ela mostra o estouro enquanto dá tempo de agir, fecha o mês de quem administra, e ensina o escritório a estimar a próxima obra.

  • Período lançadodia, projeto, início e fim
  • Atividade vinculadaa hora cai no trabalho certo
  • Serviçosugerido pela descrição
  • Jornada contratadao saldo de cada pessoa
Horas
o tempo do escritório
  • Cronogramaprevisto contra realizado, com o estouro à vista
  • Relatórios e CSVpor projeto, por pessoa e por serviço
  • Próxima estimativao realizado das obras concluídas recalibra o tipo de serviço
  • Cronograma

    Cada item mostra horas realizadas contra previstas e sinaliza o estouro. O realizado aparece para quem gerencia a obra e para quem administra a licença.

  • Relatórios e CSV

    Por projeto, por pessoa e por serviço, mês a mês, com o CSV pronto para o Excel, para quem administra a licença.

  • A próxima estimativa

    Com cinco obras concluídas de um tipo de serviço, o produto propõe trocar a estimativa pela mediana do que elas levaram de fato. E o assistente responde se o escritório já fez algo parecido, com o estimado ao lado do realizado.

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