O que a sua empresa já entregou, pronto para a era da IA
O que o escritório entregou nos últimos anos costuma estar numa pasta de rede: o memorial que ninguém reabre, a planilha que só o autor entende, o laudo que sumiu numa subpasta. Numa obra de acervo esse material vira memória, planilha e arquivo consultáveis, e passa a responder na busca, no assistente e no totem, com a fonte a um clique.
Exemplo: três arquivos de uma obra de 2019 entram num projeto de acervo. O memorial em .docx vira memória de cálculo, anexada ao fim como rascunho; a planilha em .xlsx entra com as contas refeitas no servidor; e o PDF de sondagem vira arquivo do projeto, com o texto por página e as tabelas. Ao fim, a obra entra no índice de busca e passa a responder no assistente e no totem.
O que acontece quando o acervo entra
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A obra de acervo guarda, e não coordena
Ela fica com memória de cálculo, planilhas, modelos, arquivos e o totem. Etapa, atividade, cronograma e horas ficam de fora, porque aquele trabalho já aconteceu.
- 02
A conta é refeita aqui
Os valores da planilha entram do arquivo, e os resultados são calculados de novo no servidor, em vez de copiados do que o Excel gravou da última vez.
- 03
O que fica pelo caminho é dito
Imagem e equação do .docx não atravessam a importação, e a tela lista o que ficou de fora em vez de deixar parecer que veio tudo.
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A obra entra na busca, não só os arquivos
Nome, tipo de serviço e descrição viram texto indexado, então perguntar se a empresa já fez algo parecido encontra a obra, e não apenas um documento solto.
Arquivo parado de um lado, pergunta respondida do outro
O que já está escrito entra pelo formato em que está. Do outro lado, o mesmo material atende a busca do escritório, a conversa sobre as obras da empresa e o totem no canteiro.
- .docx, .md, .txtvira memória de cálculo, em rascunho
- .xlsx preenchidovira planilha, com as contas refeitas aqui
- .pdftexto por página, com as tabelas lidas
- Modelo 3Delementos e propriedades da obra
- Busca com citaçãoo trecho vem junto, e o chip abre a obra de onde ele saiu
- Conversa do acervopergunte sobre as obras que você alcança, não sobre a licença inteira
- Totem na obrao acervo também responde no canteiro
A diferença não está no modelo, está no que chega até ele
O modelo responde com o que recebe
Um modelo de linguagem não guarda o seu acervo. Ele acerta quando o trecho certo chega junto da pergunta, e quem decide isso é a recuperação, não o tamanho do modelo.
Três buscas, uma lista só
A mesma pergunta vira uma busca por significado, uma por palavra e uma pelas categorias marcadas no texto. As três se fundem por posição, porque as notas delas não são comparáveis.
O alcance é o da pessoa
A conversa do acervo procura nas obras que ela abre na tela, nunca na licença inteira, e a conversa que ela começa é dela.
O acervo continua sendo seu
Preparar o acervo para a IA só faz sentido se o material continuar sob o seu controle: onde ele é guardado, quem consegue lê-lo, e qual modelo tem acesso a ele na hora da pergunta.
Os arquivos ficam onde você aponta
No disco da instalação ou num armazenamento compatível com S3, como o MinIO que já acompanha o produto.
A leitura é isolada no banco
As tabelas de busca têm regra no próprio Postgres: cada consulta declara licença e obras, e o que não foi declarado não volta.
O seu acervo não vira treino
Nada aqui ajusta ou treina modelo com o seu material. Ele é recuperado na hora da pergunta, e o modelo lê apenas o trecho que a busca entregou.
O modelo é escolha da instalação
Anthropic, OpenAI, um serviço compatível, ou um modelo aberto rodando na sua infraestrutura, sem chave de terceiro.
A escolha do modelo, com o que cada opção implica, está em Agente.
Comece por uma obra que já acabou
Escolha um projeto entregue e veja o que ele passa a responder. A gente responde por e-mail.
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